segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Cozinha Alemã

Alemanha Doce

Os pratos do dia-a-dia de um alemão são geralmente compostos de carne suína e bovina, batatas, cozidos, sopas e legumes. Na Alemanha, é comum ir direto à refeição principal, já que as saladas aparecem na forma de acompanhamentos ou em ocasiões especiais. O caminho para as sobremesas, portanto, fica mais curto. E não é por acaso.

Pensar na gastronomia alemã é logo imaginar salsichas, defumados, cervejas e chucrute, mas sobremesas são um capítulo à parte na cozinha germânica. Um grande repertório é preparado com base em massas folhadas. As sobremesas ainda passeiam pelos cremes, frutas da estação, gelatinas ou sorvetes.

Uma curiosidade: a presença das frutas ao natural ou em forma de compotas tem origem na tradição do povo alemão em ter pequenos pomares em suas casas. Desta tradição, surgiram tortas mundialmente famosas, como Floresta negra e Torta de cerejas. Na Alemanha também surgiram delícias doces como a Rote Grütze, compota de frutas vermelhas, ou a autêntica Rotweingelee, gelatina de vinho tinto e sorvete.

Saindo das sobremesas e indo para outro símbolo alemão, os pães, percebe-se que a variedade é grande. Há o pão escuro, o "dampfnuleln", os pães com especiarias, os pães à base de castanhas e nozes.

Dificilmente se encontrará um cachorro-quente com o aspecto mundialmente difundido por lá. Na Alemanha, você será servido com uma salsicha e um pão redondo ao lado, para que vá saboreando, cada um, como desejar.

Criada há mais de 9.000 anos pelos egípcios, a cerveja, grande estrela da típica gastronomia germânica, não serve só para acompanhar os pratos. Ela é utilizada como ingrediente de receitas. As cervejas escuras, mais consistentes e de sabor mais adocicado, misturam-se, por exemplo, a ensopados e carnes defumadas.

Existem mais de 1.200 fabricantes de cerveja espalhados pelo país. Há variados sabores da bebida para qualquer tipo de consumidor, que pode escolher entre mais de 5.000 marcas diferentes. A Oktoberfest, festa máxima de celebração à bebida nacional, acontece em Munique, capital da Baviera, atraindo milhares de turistas todos os anos.

FONTE:
Cozinha País a País

RECEITAS:
Rudge SBC

PARA SABER MAIS:

Portal São Francisco
Mulher de Classe
DW Wolrd

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Decoração Básica: Cavalo marinho no melão

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Decoração Básica: Rosa no Nabo

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Decoração Básica: Flor na manga

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Decoração Básica: Flor na melancia

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Decoração Básica: Cisne na maçã e Flor na pêra

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Adorei!!!


sábado, 6 de fevereiro de 2010

Bicos de Confeitar

Os bicos de confeitar são pequenos cones de metal ou plástico, com diferentes acabamentos nas pontas. Utilizados por confeiteiros desde os tempos antigos, hoje se encontra mais de 300 modelos de bicos. Alguns deles se tornam indispensáveis para a confeitagem de bolos. Os bicos podem ser reconhecidos pela numeração ou pelo nome da classe à qual pertence. Os nomes das classes relacionam o bico com seu acabamento ou com a função que cumprem. Alguns exemplos:






Perlê – Tem acabamento redondo liso. São indispensáveis para fazer trabalhos no sistema de pressão.Usado para escrever, fazer ponto perdido, cobertura de placas e imitação de pérolas.








Pitanga – Tem acabamento em forma de estrela. Permite a decoração de um bolo inteirinho, fazendo uma estrela ao lado de outra. Também aplicado em arremate de bordas e confluência de cores.








Pétala – São usados para fazer as pétalas da maior parte das flores em glacê real.






Folha – Apesar de serem apropriados para fazer folhas, estes bicos podem ser utilizados com movimento de concha e ziguezague.As folhas acompanham as flores, canteiros e parreiras. Assim como os bicos perlê, podem ser substituídos por cartuchos de papel.






Serra - Dentro da classe dos bicos serra vamos encaixar os retos e os perlês riscados.Para acabamentos em geral e imitação de madeira.





Babado - São bicos especiais para fazer babados. Dentre eles há duas famílias: uns são lisos e outros serrilhados. São aplicados em bonecas, almofadas, vestidos e bolos de noivas.



Flores – De diferentes modelos, são reconhecidos por terem um prego no meio. Formam flores simples, mas rápidas e fáceis de fazer.





Chuveirinho – Parecem com um dedal e são apresentados em dois tamanhos. Servem para imitar grama, pêlos de animais ou cabelos de palhaço.










FONTE:
http://artesanato.blog.br/aprenda-tudo-sobre-bicos-de-confeitar/

Cozinha Grega

Ilhas da Mesa Saudável

A culinária grega é fundamentada em ingredientes da chamada "culinária saudável": azeite, peixes, ervas aromáticas e legumes. Com exceção das ilhas, a imagem da cozinha grega não se associa aos peixes. É uma cozinha de terra firme, de cultivos, que tem como base a beringela, os tomates, as abóboras, os pimentões, o pepino, os alhos, o grão-de-bico, o feijão ou as lentilhas e o arroz.

As hortaliças estão presentes inclusive nas massas, molhos e temperos que caracterizam os mezze --aperitivos que iniciam uma refeição, no costume de países norte-africanos e do oriente próximo. A beringela e o tomate estão presentes em quase todas as receitas. Especialmente a beringela, que tem papel de destaque em molhos, cremes, sopas, saladas e em todo tipo de combinações.

É grande a paixão dos gregos pelos legumes recheados. Abobrinhas, tomates, pimentões ou abóboras, todos trazem sempre um recheio: arroz e ervas aromáticas; arroz, passas e pinolli; arroz com carne; carne picada e verduras, ou até mesmo outros legumes.

O azeite, o alho e o limão são temperos obrigatórios na grande maioria dos pratos. Especialmente o azeite, fruto de variedades como a koroneiki, oliveira que dá origem a óleos que marcam a identidade da cozinha do país.

Outros produtos imprescindíveis à cozinha grega são as ervas aromáticas e as especiarias. Há ainda a destacar as azeitonas, como a kalamata (preta) ou a naflion (verde), e os queijos. O iogurte constitui outro dos traços de identidade da gastronomia local.

A pecuária concentra-se principalmente na criação de bovinos, porém ovelhas e cabras, cordeiros e cabritos são também destaques da cozinha do país. Na culinária das ilhas, sobressaem as espécies marinhas, como os peixes azuis: cavalas, sardinhas, manjubinha, atuns ou peixes-espada, juntamente com pargos, dourados, robalos, mexilhões, lulas e polvos.

Cada ilha tem suas receitas e suas espécies marinhas prediletas, mas, em geral, predominam os cefalópodes (polvos e lulas), espécies como o bonito e o atum e, até mesmo, as trilhas. Os peixes costumam ser marinados num tempero preparado à base de suco de limão.

FONTE:
Cozinha País a País

PARA SABER MAIS:
Correio Gourmand
Site da Theodora Hellas
Portal São Francisco

RECEITAS:
Terra Culinária

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Tipos de Coqueteleiras

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Slow Food

O movimento Slow Food foi fundado na Itália, em 1986 e tornou-se uma organização internacional sem fins lucrativos até 1989, hoje já possuem uma rede de 80.000 associados.

Slow food é comer melhor, saborear, sentar à mesa junto de pessoas queridas e diante de uma verdadeira refeição. O conceito do movimento está ligado à variação do sabor original do alimento, cultivado no seu tempo e meio natural.

O movimento tem como missão defender a biodiversidade, divulgar a educação do gosto e unir aos co-produtores aqueles que têm produtos de excelência.

O slow food representa a união entre a ética e o prazer da alimentação. Um dos objetivos deste movimento é restituir ao alimento sua dignidade cultural, favorecer a sensibilidade do gosto e lutar pela preservação e uso sustentável da biodiversidade. O movimento utiliza da importância do prazer aliado à alimentação. Celebra a diferença dos sabores, a produção artesanal de alimentos, os pequenos produtores, as propostas sustentáveis para a pesca e para a criação dos animais.
Dentro do movimento slow food, o prazer de saborear boa comida e bebida de qualidade deve ser combinado com o esforço para salvar os inúmeros grãos, vegetais, frutas, raças de animais e produtos alimentícios que correm perigo de desaparecer devido ao predomínio das refeições rápidas e do agronegócio industrial.

A associação reúne pessoas apaixonadas por gastronomia, grupos de pequenos produtores de alimento, pesquisadores e chefs profissionais.

No Brasil, o slow food fez um catálogo denominado Arca do Sabor, com produtos, pratos, animais, frutas, legumes e verduras que correm riscos de se perderem na memória da população. O principal objetivo da arca é salvar os inúmeros grãos, vegetais, frutas, raças de animais e produtos alimentícios que correm perigo de desaparecer devido ao predomínio das refeições rápidas e ao agronegócio industrial.